O Ministério da Pesca e Aquiculturatem a esclarecer:
1) O Ministério não fez nenhum processo licitatório que resultasse na contratação da empresa Dialog.
2) Os serviços prestados pela Dialog foram a partir de adesão de ata de um processo licitatório do Ministério das Cidades.
3) A revista Veja erra ao afirmar que o “Ministério queria destinar R$ 94 milhões à Dialog” como pagamento de serviços por meio de um edital de licitação. O referido edital foi cancelado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura e não por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) conforme consta da reportagem. Portanto, não houve concorrência e nem vencedores.
4) O MPA também considera graves as afirmações de que o edital citado na matéria seria uma “tramoia” e estaria dirigido à Dialog. A revista Veja desconhece completamente a verdade sobre este processo, até porque jamais procurou este Ministério para apurar suas “suposições”, como manda o jornalismo correto, isento e bem feito por qualquer veículo de informação.
5) Cabe esclarecer ainda sobre o edital, cancelado em 2009 pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, que foi publicado na modalidade registro de preços e, como o próprio nome indica, seria uma referência para possíveis contratações de serviços, não significando que esses valores fossem gastos integralmente, mesmo porque o limite de gastos com eventos previstos no orçamento de 2009 foi de R$ 15 milhões. Qualquer um que tenha o mínimo conhecimento dos processos de compras públicas sabe disso.
6) Neste edital, e em nenhum outro, constou cafezinho para servir aos funcionários e visitantes do MPA. Os valores divulgados na reportagem, e que a revista Veja confundiu ou citou propositalmente de forma errada, refere-se ao aluguel de uma máquina de café no valor de R$ 352,22 que seria usada exclusivamente em eventos para preparação de mil cafés por dia, o que daria uma média de R$ 0,35 por xícara.
Brasília, 14 de junho de 2010
Assessoria de Comunicação do Ministério da Pesca e Aquicultura
terça-feira, 15 de junho de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
Pela primeira vez, Dilma passa Serra em pesquisa de intenção de votos
Vinicius Sassine
Publicação: 15/05/2010 17:41 Atualização: 15/05/2010 20:02
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/05/15/politica,i=192595/PELA+PRIMEIRA+VEZ+DILMA+PASSA+SERRA+EM+PESQUISA+DE+INTENCAO+DE+VOTOS.shtml
Publicação: 15/05/2010 17:41 Atualização: 15/05/2010 20:02
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/05/15/politica,i=192595/PELA+PRIMEIRA+VEZ+DILMA+PASSA+SERRA+EM+PESQUISA+DE+INTENCAO+DE+VOTOS.shtml
A pré-candidata do PT à Presidência da República, a ex-ministra Dilma Rousseff, aparece pela primeira vez à frente do pré-candidato do PSDB, o ex-governador de São Paulo, José Serra, em pesquisa de intenção de votos feita pelo Instituto Vox Populi.
O levantamento traz a petista com 38% das intenções de voto, em empate técnico com Serra, que tem 35% na pesquisa estimulada. A margem de erro do levantamento é de 2,2%, para mais ou para menos.
Dois mil eleitores, moradores de 117 cidades (nas cinco regiões brasileiras), foram ouvidos no levantamento. Num eventual segundo turno, Dilma e Serra também estariam tecnicamente empatados, com 40% e 38%, respectivamente, dentro, portanto, da margem de erro de 2,2%.
A pesquisa de intenção de voto espontâneo – quando o eleitor abordado pelos pesquisadores diz em quem vai votar – também aponta a liderança de Dilma Rousseff. Ela aparece com 19% das intenções de voto, enquanto Serra tem 15%. Em janeiro, cada candidato obteve 9% das intenções de votos espontâneos.
A candidata do PV, a ex-ministra Marina Silva, consolidou-se na terceira posição da pesquisa estimulada de intenção de voto, com 7%. O levantamento de votos espontâneos mostra o presidente Lula em terceiro lugar, com 10% das intenções de voto, o que confirma a popularidade do presidente (mesmo sem poder se candidatar a um terceiro mandato, Lula é citado pelos eleitores).
As regiões onde Dilma Rousseff é mais lembrada são o Nordeste (44%) e o Norte (41%). Serra lidera no Sul (44%) e está tecnicamente empatado com a petista no Sudeste.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 7 de maio de 2010, sob o número 11.266/2010. As duas mil pessoas foram entrevistas entre os dias 8 e 13. O Correio publica todos os detalhes do levantamento na edição impressa de amanhã.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Dilma não precisa se desculpar por foto em blog, diz Bengell
AUDREY FURLANETO
da Sucursal do Rio
A atriz Norma Bengell, 74, disse, em entrevista à Folha, que a pré-candidata à Presidência Dilma Rousseff não precisa pedir desculpa pelo uso de uma foto sua no blog da petista, com quem afirmou simpatizar e que definiu como "uma mulher que sofreu muito".
O blog oficial da petista --Dilmanaweb.com.br-- usou imagem da atriz em passeata contra a ditadura militar em sequência de fotos pessoais da Dilma, o que permitiria a interpretação de que se tratava da ministra em passeata.
"Eu não vi, não. Uma amiga viu e me contou. Acho normal. Não tem nada que pedir desculpas. Fiz parte das passeatas contra a ditadura. Aliás, eu gosto da Dilma. Acho que ela é maravilhosa, uma mulher que sofreu muito. Tomara que ganhe", declarou Bengell.
Questionada se faria campanha para a ex-ministra, Bengell foi reticente. "Não estou fazendo campanha. Ainda não. Já fiz do Lula, mas quando ele não era famoso. Ele ia à casa da Lucélia [Santos], e a gente ficava conversando. Agora eu não tenho uma decisão formada. Só simpatizo com a Dilma."
Reprodução
Publicação de foto da atriz Norma Bengell em site de Dilma gerou polêmica na web
Em nota, o blog Dilmanaweb informou "lamentar profundamente a interpretação equivocada" da foto.
"Jamais houve a intenção de confundir a sua imagem com a de Dilma, o que seria estapafúrdio, ainda mais se tratando de uma figura pública. O que se busca, ali, é ressaltar um momento da vida do país do qual Dilma participou ativamente."
A foto usada pelo blog foi tirada em 26 de junho de 1968, na chamada Passeata dos Cem Mil, no centro do Rio, em protesto contra violência policial em ato organizado por lideranças estudantis dias antes.
O movimento contou com a participação de artistas e intelectuais, ganhando dimensão mais ampla, com os manifestantes reivindicando o restabelecimento das liberdades democráticas, a suspensão da censura e a concessão de mais verbas para a educação.
Na foto original, Bengell aparece com as atrizes Tônia Carrero, Eva Wilma, Odette Lara e Ruth Escobar. Atrás delas, um manifestante segura um cartaz com os dizeres "Contra a censura, pela cultura".
À época da passeata, Dilma morava em Belo Horizonte e militava em organização que pregava a luta armada contra a ditadura militar. Ela havia começado, no ano anterior, o curso de ciências econômicas na Universidade Federal de Minas Gerais e tinha aderido ao Colina (Comando de Libertação Nacional), organização que pregava a instalação de um "governo popular revolucionário".
Em dezembro de 1968, o governo militar editou o Ato Institucional nº 5, radicalizando a repressão. Em janeiro de 1970, Dilma foi presa e torturada. Só foi libertada no final de 1972.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
ELEIÇÕES 2010 - A FINAL
Nas proximas eleições, iremos escolher entre o PT e o PSDB, entre o Presidente Lula e FHC. Dilma carrega o carimbo de Lula, um governo com grande aprovação popular, ainda temos muito que fazer para tornar Dilma conhecida por todo o Brasil.
Segundo as ultimas pesquisas, muitos dos entrevistados ainda não decidiram e um numero muito expressivo diz que votariam em candidata apoiada por Lula.
Nos ultimos 8 anos, quem ficou sempre a margem, fo incorporado e um dos maiores meritos deste governo foi a politica social.
A imprensa marron continuara no ataque, as forças reacionarias ja fizeram a sua escolha e escolheram Serra para representa-los, o nosso desafio sera apresentar a sociedade com clareza quem é esta sombra presisamos, comparar o governo, demonstrar quem vendeu nosso país, quem nos endividou, quem fez nossa economia cair e quem no ultimo periodo resgatou o país, pagou as dividas, gerou emprego, incluiu milhões de brasileiros, resgatou a educação, ampliou e aplicou direitos.
É preciso apresentar a sociedade brasileira, para que viemos, como agimos e principalmente deixar claro que graças a este governo o Brasil esta nos trilhos do desenvolvimento, não descarrilhou e principalmente que com o apoio de tod@s, continuaremos a construir um Brasil Para Todos.
Um viva a Lula, um viva a Dilma e principalmente um viva a todos que acreditaram que era possivel a esperança vencer o medo e que continuaremos avançando.
Cleberson Carneiro Zavaski
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Projeto do Ministério da Pesca capacita bororos em MT
Povos indigenas - Publicada dia 21/04/2010
Projeto do Ministério da Pesca capacita bororos em MT
Comunidade celebra em ritual a fartura
Cairo Luztosa
Um ritual milenar da cultura indígena que vinha sendo ameaçado recebeu um incentivo que pretende assegurar a sua perpetuação. A Aldeia Meruri, no município de General Carneiro (449 km de Cuiabá), foi escolhida para sediar o projeto piloto de piscicultura do Ministério da Pesca e Aqüicultura (MPA), que teve o encerramento do primeiro ciclo no último final de semana.
Na comunidade vivem cerca de 500 índios bororos em uma área de 82 mil hectares. Por meio do projeto piloto, em janeiro de 2009, foram construídos sete tanques com 18mil m² os quais serviram de berço para 19 mil alevinos das espécies Tambatinga e Piauçu.
A primeira produção foi de três toneladas, o excesso de produção (cerca de 700 quilos), foram vendidos para um supermercado do município de Barra do Garças (550km de Cuiabá). Os recursos obtidos com essa venda deverão ser usados na compra de ração para os novos cardumes de alevinos (peixes jovens) que serão colocados nos tanques para engorda.
Segundo o biólogo e líder indígena, Kleber Rodrigues Meritororeu, a capacitação permanente aconteceu em turmas 20 pessoas. “Antes do projeto tínhamos que buscar o peixe muito longe da aldeia no Rio Garças, porque o peixe não chega mais na aldeia. Às vezes geravam atritos com pescadores ‘brancos’”, explicou o líder indígena.
Quatorze meses depois, a criação conta com peixes com 1.700 gramas em média. Para comemorar a primeira despesca do projeto, que fecha o ciclo de produção, os índios realizaram o ritual do Kare-paro (Festa do Peixe) que ao entardecer os nativos invocam os “bons espíritos” para terem uma boa pescaria. O ritual ocorre por toda a noite e é realizado dentro da Casa Central da Aldeia (Paito) pelos anciões e líderes. A Aldeia Meruri é divida em dois clãs (Tugaregue e Ecerae).
Como parte da programação de encerramento dessa fase do projeto, e seguindo a tradição indígena, no dia seguinte ao ritual os nativos foram aos tanques e realizaram a despesca. Os peixes foram divididos em partes iguais entre eles. Cada chefe de família entregou a sua cota para as mulheres responsáveis pelo preparo. Logo depois de preparado, metade do peixe foi destinada ao ritual como oferenda e outra metade ficou para consumo da família.
De acordo com o consultor técnico do projeto, Francisco das Chagas de Medeiros, além do resgate cultural o projeto assegura às famílias a segurança alimentar e a sustentabilidade econômica.
“Esse projeto piloto de piscicultura indígena tem o objetivo de resgatar a cultura em relação ao consumo da pesca. Pretendemos dar continuidade com a reprodução de outros ciclos, inclusive com outras espécies. Também vamos capacitá-los na área da gestão econômica e financeira para que possam aprender a comercializar o pescado da forma certa”, explicou consultor.
Os primeiros 19 mil alevinos usados para dar início ao projeto foram doados pela Bom Futuro Piscicultura. “Tão importante quanto o lucro é trazer a sociedade junto, é se importar com o que está acontecendo ao seu redor, com a preservação da nossa cultura indígena”, ressaltou a diretora da empresa, Aline Bortoli.
Na criação em cativeiro na Aldeia Meruri foram investidos R$ 283 mil. O MPA está analisando a implantação de outros projetos voltados para povos indígenas e o próximo empreendimento deverá ser na Aldeia Queimada, dos índios Parecis, em Tangará da Serra, também em Mato Grosso.
“Estamos satisfeitos com o resultado e a idéia é ampliar esse projeto para outras aldeias”, afirmou Cleberson Carneiro Zavaski, secretário executivo do Ministério da Pesca e Aqüicultura, que participou do encerramento do ciclo.
http://www.tosabendo.com/conteudo/noticia-ver.asp?id=29504
terça-feira, 13 de abril de 2010
Dilma encosta em Serra, mostra pesquisa Sensus
Levantamento atribui 32,7 para o pré-candidato do PSDB e 32,3 para a ex-ministra da Casa Civil. Sem Ciro, Serra abriria 2,8 pontos de vantagem
Por: Anselmo Massad, Rede Brasil Atual
Publicado em 13/04/2010, 15:20
Dilma e Serra, empatados tecnicamente em cenário com Ciro Gomes (Montagem sobre fotos de Ricardo Stuckert/PR e Antônio Cruz/ABr)
São Paulo - Pesquisa eleitoral do Instituto Sensus aponta empate técnico entre os dois pré-candidatos mais bem colocados na disputa. O ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) mantém a liderança com uma margem de apenas 0,4 ponto percentual sobre Dilma Rousseff (PT), ex-ministra-chefe da Casa Civil.
Encomendada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Afins do Estado de São Paulo, filiado à Força Sindical, o levantamento mostra Ciro Gomes (PSB) com 10,1% e Marina Silva (PV) com 8,1%. Foram entrevistadas 2 mil pessoas de 5 a 9 de abril, em 136 municípios de 24 estados. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.
Em um cenário sem Ciro Gomes, a única lista alternativa apresentada aos entrevistados, a diferença sobe para dois pontos percentuais. Serra ficaria com 36,8% e Dilma com 34%. Marina teria 10,6%. Na prática, apenas o pré-candidato tucano cresce mais do que dois pontos nesse contexto.
Não há indicadores para comparação, já que os levantamentos publicados anteriormente pelo Instituto Sensus haviam sido encomendados pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT). No entanto, a pesquisa de janeiro – a mais recente divulgada, tem o mesmo número de entrevistados na mesma quantidade de cidades.
Na ocasião, Serra aparecia com 33,2%, 0,4 ponto a mais do que em novembro. Dilma havia subido de 21,7% para 27,8%. Ciro Gomes vinha de queda de 5,5 pontos percentuais, aparecendo com 11,9%.
Segundo turno
De acordo com o questionário cadastrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os entrevistados foram questionados em cinco cenários de segundo turno. A única possibilidade não apresentada aos eleitores foi de uma eventual disputa entre os últimos colocados (Ciro e Marina). Todas as outras combinações dos quatro nomes constavam do questionário.
No entanto, no material liberado pela assessoria de imprensa do Instituto Sensus, apenas um eventual confronto entre Serra e Dilma. O ex-governador paulista teria 41,7% contra 39,7%, diferença de dois pontos percentuais. No levantamento do Instituto Sensus de janeiro, Serra tinha 44% contra 37,1% de Dilma. Ambos oscilaram mais do que os 2,2 pontos considerados de margem de erro.
Rejeição
A candidata do PV é o nome com menor conhecimento e maior rejeição, segundo dados da pesquisa. Dos entrevistados, 15,9% não sabem quem é Marina Silva e 30,7% dizem que "não votariam de jeito nenhum". Ambos os indicadores têm ligação, segundo cientistas políticos.
A petista Dilma Rousseff tem o menor percentual de eleitores que não votariam nela de jeiro nenhum (26,3%), seguida de Ciro Gomes (27,9%) e de José Serra (28,1%). O ex-governador porém, tem o maior índice de conhecimento, já que apenas 4% dos questionados disseram não saber quem é o tucano.
http://www.redebrasilatual.com.br/temas/politica/dilma-encosta-em-serra-mostra-pesquisa-sensus
segunda-feira, 22 de março de 2010
EUA e seus direitos humanos: 640 tentativas de matar Fidel
Do Prensa Latina
Agora que os Estados Unidos e seus aliados, em sua campanha midiática contra Cuba, se proclamam defensores da vida humana, os cubanos recordam que isso pode ser desmentido, entre outras coisas, pelas 640 tentativas de assassinar Fidel Castro.
Não é segredo para ninguém que este insólito número de atentados contra a vida do dirigente de um país fez parte da estratégia oficial elaborada pelas mais altas autoridades norte-americanas e cuja aplicação foi ordenada aos seus organismos de inteligência e espionagem.
Nestes dias, foi lembrado o 50º aniversário da portaria assinada pelo então presidente dos Estados Unidos, Dwight Eusenhower, em março de 1960, dando luz verde a todas as operações secretas destinadas a derrubar o governo cubano, entre as quais sempre se destacaram os ataques terroristas e um projeto de eliminação física de Fidel Castro.
Documentos tornados públicos pelos arquivos inclusive da Agência Central de Inteligência (CIA), confissões de presos nos esforços para consumar os fatos ou daqueles que se aventuraram na invasão da Baía dos Porcos, audiências parlamentares esclarecedoras e meia dúzia de filmes revelando tais planos são as melhores provas existentes.
A insólita variedade de formas escolhidas para eliminar o líder da revolução cubana poderia parecer um elemento novelesco se elas não tivessem constituído ações concretas aprovadas em mais alto nível nos Estados Unidos.
Desde tentar envenenar Fidel Castro durante o consumo de um alimento ou de um charuto, até comprar a traição de alguém que o mataria durante um comício na Universidade de Havana, passando por muitas outras formas de homicídio, todas foram tentativas frustradas pela eficiência da Segurança do Estado cubano.
Os complôs para atingir este objetivo no exterior foram extremamente perigosos e seus mal sucedidos autores sempre foram protegidas pelas instâncias estadunidenses, que lhes encomendaram tais projetos de magnicídio.
Um dos últimos foi aquele preparado no Panamá, por ocasião da celebração de uma cúpula Pan-Americana de Chefes de Estado e de Governo, frustrado pela denúncia de Cuba e que, se tivesse se materializado, teria custado um imenso número de vidas, ao explodir o salão nobre da Universidade na qual Fidel Castro falaria a uma multidão de estudantes.
Ali apareceu como autor, mais uma vez, o conhecido terrorista Luis Posada Carriles, preso, condenado por um juiz e indultado depois por um governo panamenho e acolhido de braços abertos por grupos terroristas em Miami, para que continue seus velhos hábitos.
Estas centenas de projetos de assassinato que não tiveram êxito não pareceram nunca uma violação do direito à vida para aqueles que os ordenaram, organizaram e executaram, e que nunca perderam a esperança de serem capazes de consumá-los.
Para os cubanos, é fácil identificá-los agora como os mesmos que dirigem a campanha midiática contra Cuba e que se proclamam defensores dos direitos humanos, acompanhados por aqueles que nunca levantaram um dedo sequer para condenar este tipo terrorismo de Estado como contra a nação antilhana.
Fonte: Prensa Latina
http://pagina13.org.br/?p=1164
Assinar:
Postagens (Atom)